sábado, 12 de julho de 2014
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Recomeço...
Abrir meu coração para a esperança
Para a alegria, a esta altura da vida, parece sonho.
Voltar a olhar a vida de maneira diferente
Sentir que ainda posso ser eu, ser feliz.
A muito deixei de sonhar, minhas esperanças
Perderam-se ao longo da estrada.
Tristes têm sido meus dias.
Antigamente as palavras, os versos fluíam
Como água que nasce da fonte.
Hoje, esforço-me para encontrá-las e por fim junta-las.
E novamente sermos intimas como no passado fomos.
Voltarei a ser feliz, lutarei contra este vazio que tomou conta do meu ser.
Voltarei, a falar do amor, assim como um poeta apaixonado
Fala de seus desejos, suas saudades, que ficou lá no passado.
Como o amor inocente do primeiro namorado.
Ai saudades! dos beijos roubados.
Ai saudades! das tardes de setembro
Quando ainda lhe tinha ao meu lado
Ai saudades! Dos dias ensolarados.
Do sorvete na calçada, do teu sorriso doce, do teu olhar meigo apaixonado
Ai saudades do abraço apertado...
Ah amor, que saudades!
Abrir meu coração para a esperança
Para a alegria, a esta altura da vida, parece sonho.
Voltar a olhar a vida de maneira diferente
Sentir que ainda posso ser eu, ser feliz.
A muito deixei de sonhar, minhas esperanças
Perderam-se ao longo da estrada.
Tristes têm sido meus dias.
Antigamente as palavras, os versos fluíam
Como água que nasce da fonte.
Hoje, esforço-me para encontrá-las e por fim junta-las.
E novamente sermos intimas como no passado fomos.
Voltarei a ser feliz, lutarei contra este vazio que tomou conta do meu ser.
Voltarei, a falar do amor, assim como um poeta apaixonado
Fala de seus desejos, suas saudades, que ficou lá no passado.
Como o amor inocente do primeiro namorado.
Ai saudades! dos beijos roubados.
Ai saudades! das tardes de setembro
Quando ainda lhe tinha ao meu lado
Ai saudades! Dos dias ensolarados.
Do sorvete na calçada, do teu sorriso doce, do teu olhar meigo apaixonado
Ai saudades do abraço apertado...
Ah amor, que saudades!
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