Recomeço...
Abrir meu coração para a esperança
Para a alegria, a esta altura da vida, parece sonho.
Voltar a olhar a vida de maneira diferente
Sentir que ainda posso ser eu, ser feliz.
A muito deixei de sonhar, minhas esperanças
Perderam-se ao longo da estrada.
Tristes têm sido meus dias.
Antigamente as palavras, os versos fluíam
Como água que nasce da fonte.
Hoje, esforço-me para encontrá-las e por fim junta-las.
E novamente sermos intimas como no passado fomos.
Voltarei a ser feliz, lutarei contra este vazio que tomou conta do meu ser.
Voltarei, a falar do amor, assim como um poeta apaixonado
Fala de seus desejos, suas saudades, que ficou lá no passado.
Como o amor inocente do primeiro namorado.
Ai saudades! dos beijos roubados.
Ai saudades! das tardes de setembro
Quando ainda lhe tinha ao meu lado
Ai saudades! Dos dias ensolarados.
Do sorvete na calçada, do teu sorriso doce, do teu olhar meigo apaixonado
Ai saudades do abraço apertado...
Ah amor, que saudades!
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
¡Dios mio! ¿Hasta cuándo este sin vivir?
Pobre mundo e pobre terrible fin
Con la tierra quemada, la atmosfera vicida
y esa falta de amor que paarece que no tiene fin
Pongo mi verso al servicio
de los pobres y sus penas.
pongo mi verso al servicio
de su pesada cadena,
de su pesada cadena.
entierro, mi corazon
donde ncensus misérias,
Pero bueno,
tampoco mi hagáis nucho caso,
tampoco mi hagáis mucho caso
Entierro mi corazón
kdonde nacem sus misrias
Pero buen,
tampoco mi hagáis mucho caso,
tampoco mi hagáis mucho caso
Pero bueno.
San tan solo un ochenta por cento del planeta
son los ilvidados de Dios.
Son los pobres e y sus tristezas
son las paria de la tierra
pongo mi vierso al servicio
de los pobres y sus penasPongo mi vierso al servicio
de su pesada cadena
de su pesada cadena
Entierr ni corazón
donde nacen sus miserias,
pero bueno,
tampoco mi hagáis mucho
tampoco mi hagáis mucho caso
perobueno. (Antônio Mejias)
Pobre mundo e pobre terrible fin
Con la tierra quemada, la atmosfera vicida
y esa falta de amor que paarece que no tiene fin
Pongo mi verso al servicio
de los pobres y sus penas.
pongo mi verso al servicio
de su pesada cadena,
de su pesada cadena.
entierro, mi corazon
donde ncensus misérias,
Pero bueno,
tampoco mi hagáis nucho caso,
tampoco mi hagáis mucho caso
Entierro mi corazón
kdonde nacem sus misrias
Pero buen,
tampoco mi hagáis mucho caso,
tampoco mi hagáis mucho caso
Pero bueno.
San tan solo un ochenta por cento del planeta
son los ilvidados de Dios.
Son los pobres e y sus tristezas
son las paria de la tierra
pongo mi vierso al servicio
de los pobres y sus penasPongo mi vierso al servicio
de su pesada cadena
de su pesada cadena
Entierr ni corazón
donde nacen sus miserias,
pero bueno,
tampoco mi hagáis mucho
tampoco mi hagáis mucho caso
perobueno. (Antônio Mejias)
Passei dias procurando encontrar um motivo para continuar escrevendo... Escrever o quê? quem leria o que que escrevo? por quê dedicariam seu precioso tempo em ler algo de alguém que se quer sabe escrever... Não tem problema. Vou escrever assim mesmo,quem sabe qualquer hora dessas eu acabo aprendendo alguma coisa com meus erros gramaticais. A verdade é; eu gostaria de ser uma poetisa!(com "Z" ou com "s"?). E se eu escrevesse com "Z" o som não seria igual?. Bem: continuemos então, eu gostaria mesmo de ser romântica dessas bem romântica, que buscam inspiração em tudo que ver ou sente falar por exemplo; da flor que se abre, a cada despertar ou mesmo quando esta murcha e já sem vida cai ao chão que em silêncio também a espera falar do som suave do vento, quando levemente nos toca a face nos trazendo o frescor da brisa por muitas vezes disfarçada de neblina ou gotas de orvalho...Falar do riso inocente de uma criança,da ave que em bandos atravessam mares e montanhas riscando o céu por horas e horas formando sob as nuvens lindos traços geométicos. Algum dia voce parou para observá-las? é lindo! Simplesmente lindo! Falar quemm sabe de um pequeno regato onde todos os dias eu pudesse molhar meus pés cançados. Ou mesmo quem sabe falar dos momentos em que no silêncio da noite, da minha janela admiro enebriada a beleza da lua, esta lua que é minha e que é tua, querendo no meu íntimo estar pertinho, bem pertinho dela. Eu pobre mortal, aqui estou devaneando. Respiro profundo Ah! como eu queria por apenas um dia ser P O E T I S A.
Assinar:
Postagens (Atom)


.jpg)